Assessing Connectivity Thresholds Under Habitat Loss Scenarios for Threatened Amphibians and Squamate Reptiles in the Eastern Brazilian Amazon

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Museu Paraense Emílio Goeldi

Título:

Avaliação dos Limiares de Conectividade em Cenários de Perda de Habitat para Anfíbios e Répteis Escamados Ameaçados na Amazônia Oriental Brasileira.

Descrição

The extinction threshold hypothesis proposes a minimum of 30% habitat in a landscape to prevent isolation from affecting populations to local extinction. In this study, we tested scenarios of habitat loss in the landscape to evaluate whether the 30% habitat threshold is a good predictor of functional connectivity for 14 terrestrial herpetofauna species in eastern Brazilian Amazon landscapes. We evaluated functional connectivity across various habitat loss scenarios, utilizing species distribution models and landscape connectivity indices. We were able to demonstrate that below 32% habitat, overall regional connectivity in Southeastern Amazonia erodes, disturbing the ability of species to track environments within their climatic limits. However, species inhabiting montane savannahs in the region did not respond well to this 30% threshold and required the presence of sufficient areas to assess a possible decline. We also discovered that, when evaluated together, small patches in the landscape contributed to the integral connectivity of the study area and may demonstrate their importance as links between larger patches. Our results provide critical insights into the conservation needs of forest and montane savannah species, highlighting that while forest species adhere closely to a habitat threshold, montane savannah species require a different approach for conservation.

Resumo

A hipótese do limiar de extinção propõe um mínimo de 30% de habitat em uma paisagem para evitar que o isolamento afete as populações, levando-as à extinção local. Neste estudo, testamos cenários de perda de habitat na paisagem para avaliar se o limiar de 30% de habitat é um bom preditor da conectividade funcional para 14 espécies de herpetofauna terrestre em paisagens da Amazônia oriental brasileira. Avaliamos a conectividade funcional em diversos cenários de perda de habitat, utilizando modelos de distribuição de espécies e índices de conectividade da paisagem. Demonstramos que, abaixo de 32% de habitat, a conectividade regional geral na Amazônia Sudeste se deteriora, prejudicando a capacidade das espécies de acompanhar os ambientes dentro de seus limites climáticos. No entanto, as espécies que habitam savanas montanhosas na região não responderam bem a esse limiar de 30% e necessitaram da presença de áreas suficientes para avaliar um possível declínio. Descobrimos também que, quando avaliados em conjunto, pequenos fragmentos na paisagem contribuíram para a conectividade integral da área de estudo e podem demonstrar sua importância como elos entre fragmentos maiores. Nossos resultados fornecem informações cruciais sobre as necessidades de conservação de espécies florestais e de savana montana, destacando que, enquanto as espécies florestais se mantêm estritamente dentro de um limiar de habitat, as espécies de savana montana exigem uma abordagem diferente para a conservação.

Citação

TEIXEIRA, Cássia et al. Avaliação de limiares de conectividade sob cenários de perda de habitat para anfíbios e répteis escamados ameaçados na Amazônia Oriental Brasileira. Ecologia e Evolução, v. 15, n. 7, p. e71741. 2025.

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