Forest restoration to promote a fair post COVID-19 recovery in the Brazilian Amazon.
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Editor
Museu Paraense Emílio Goeldi
Título:
Restauração florestal para promover uma recuperação justa pós-COVID-19 na Amazônia brasileira.
Descrição
Forest restoration has attracted the attention of different organizations, investors, and donors with the launch of the UN Decade for Ecosystems Restoration (2021–2030), along with climate and biodiversity commitments. Restoration can address many of mankind’s challenges, such as biodiversity loss, climate change, water security, and poverty. In the Brazilian Amazon, the ~28 million inhabitants are among the most vulnerable of the country, and this has only worsened during the COVID-19 pandemic. Meanwhile, millions of hectares are suitable for forest restoration. The growing demand for large-scale forest restoration projects have been prioritizing biophysical objectives (e.g., number of trees, hectares of land, and carbon) while it should be prioritizing the local people’s well-being and a fair transition to a sustainable economy based on forest services’ recovery. Nonetheless, many challenges need to be overcome to realize this potential. Amazonian states need to control illegality, enforce the existing policies and promote innovative ones to halt deforestation and enable large-scale restoration. Better governance and social engagement are urgently needed but depend upon, recognition of indigenous peoples and local communities’ rights, needs, and knowledge. Forest restoration represents an opportunity for the emergence of a more inclusive development paradigm, much needed in the Amazon region, especially in the post COVID-19 world.
Resumo
A restauração florestal tem atraído a atenção de diferentes organizações, investidores e doadores com o lançamento da Década das Nações Unidas para a Restauração de Ecossistemas (2021-2030), juntamente com os compromissos climáticos e de biodiversidade. A restauração pode abordar muitos dos desafios da humanidade, como a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas, a segurança hídrica e a pobreza. Na Amazônia brasileira, os cerca de 28 milhões de habitantes estão entre os mais vulneráveis do país, situação que se agravou durante a pandemia de COVID-19. Enquanto isso, milhões de hectares são adequados para a restauração florestal. A crescente demanda por projetos de restauração florestal em larga escala tem priorizado objetivos biofísicos (por exemplo, número de árvores, hectares de terra e carbono), quando deveria priorizar o bem-estar das populações locais e uma transição justa para uma economia sustentável baseada na recuperação dos serviços ecossistêmicos florestais. No entanto, muitos desafios precisam ser superados para que esse potencial se concretize. Os estados amazônicos precisam controlar a ilegalidade, reforçar as políticas existentes e promover políticas inovadoras para deter o desmatamento e viabilizar a restauração em larga escala. Melhor governança e engajamento social são urgentemente necessários, mas dependem do reconhecimento dos direitos, necessidades e conhecimentos dos povos indígenas e das comunidades locais. A restauração florestal representa uma oportunidade para o surgimento de um paradigma de desenvolvimento mais inclusivo, muito necessário na região amazônica, especialmente no mundo pós-COVID-19.
Palavras-chave
Citação
CELENTANO, Danielle et al. Forest restoration to promote a fair post COVID-19 recovery in the Brazilian Amazon. Land Use Policy, v. 116, p. 106076, 2022.
