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Submissões Recentes

  • Item type:Item,
    Distribution extension of Atractus potschi (SQUAMATA, DIPSADIDAE), with remarks on its range.
    (Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022-12-10) Meneses, Afonso Santiago de Oliveira; Prudente, Ana Lúcia da Costa
    Atractus potschi é uma pequena serpente endêmica do Brasil. Sua distribuição se restringe aos biomas da Mata Atlântica e da Caatinga do Nordeste brasileiro, nos estados de Alagoas, Bahia e Sergipe. Neste estudo, expandimos sua distribuição para o interior em 270 km a partir do registro anterior mais próximo. Esta é também uma nova ocorrência na margem esquerda do rio São Francisco.
  • Item type:Item,
    Eunectes Murinus (Green Anaconda). Xanthism
    (Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022-06-14) Camera, Bruno; Meneses, Afonso Santiago de Oliveira; Prudente, Ana Lúcia da Costa
    This note contains information about Eunectes murinus, the largest snake species in the Neotropics. It highlights a specimen found in the urban area of ​​Belém, Pará, in 2020.
  • Item type:Item,
    Intense Male-Male Ritual Combat in the Micrurus ibiboboca Complex (Elapidae) from Northeastern South America
    (Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022-04-30) Missassi, Alexandre F. R.; Coeti, Rafaela Z.; Almeida - Santos, Selma M.; Prudente, Ana Lucia da Costa
    Serpentes envolvidas em encontros agonísticos podem empregar exibições visuais e táteis que, por vezes, culminam em combates rituais. Neste estudo, descrevemos comportamentos inéditos de combate ritual entre machos de serpentes-corais sul-americanas do complexo *Micrurus ibiboboca*, com base no maior conjunto de dados observacionais de combate ritual já registrado para qualquer espécie do gênero *Micrurus*. O conjunto de dados inclui 85 fotografias e quatro vídeos de seis registros de observação de machos. Observamos quatro dessas lutas durante o dia e duas durante a noite. Todas as observações foram encontros aleatórios em diferentes ambientes naturais durante as transições entre as estações secas (ou seja, início da estação seca, entre abril e junho, no oeste, e início da estação chuvosa, entre agosto e setembro, na costa leste). Durante cada período, a precipitação foi inferior a 100 mm e acompanhada por diminuição e aumento das temperaturas, respectivamente. Os seguintes comportamentos foram observados: reconhecimento, ascensão e alinhamento. Essas demonstrações foram seguidas por orientação, entrelaçamento e torção, rolamento e pairar; depois, posturas de exibição oblíquas e tentativas de dominação (incluindo posicionamento em forma de lira e hiperextensão dorsal). As tentativas de dominação ocorreram a partir de posições de exibição oblíquas elevadas, com um macho tentando forçar a cabeça do outro para baixo. Também observamos estalos, nos quais as serpentes oponentes torcem as cabeças uma da outra, criando um som rápido semelhante a um estalo. Sugerimos que essas exibições rituais complexas comunicam dominância entre as serpentes.
  • Item type:Item,
    Reassessing the systematics of Leptodeira (Serpentes, Dipsadidae) with emphasis in the South American species
    (Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022-04-28) Costa, João C. L; Graboski, Roberta; Prudente, Ana Lúcia da Costa
    Dentro da diversa subfamília Dipsadinae, Imantodini representa um dos poucos grupos distribuídos na América do Norte, Central e do Sul. A tribo compreende os gêneros Leptodeira e Imantodes, sendo Leptodeira o mais diverso, incluindo 15 espécies e 11 subespécies, distribuídas do sul dos EUA ao centro da Argentina. A taxonomia e as afinidades entre esses táxons são pouco resolvidas, e as relações filogenéticas entre a diversidade sul-americana nunca foram adequadamente avaliadas. Aqui, investigamos as relações filogenéticas e o status taxonômico de Leptodeira spp. com base em um conjunto de dados multilocus abrangente, com ênfase na radiação sul-americana. Além de avaliar a relação filogenética e a coesão das espécies, também avaliamos a variação morfológica entre a diversidade sul-americana de Leptodeira. Nossos resultados apoiam a monofilia de Imantodini e Leptodeira, ao mesmo tempo que indicam que vários indivíduos classificados como Leptodeira annulata e L. septentrionalis não se agrupam dentro de suas respectivas espécies. Além disso, os espécimes identificados como pertencentes às subespécies L. a. annulata, L. a. cussiliris, L. s. ornata e L. s. polysticta não se agrupam, sugerindo que a classificação atual inclui grupos não naturais. A análise das evidências morfológicas também corrobora os resultados filogenéticos, indicando que vários clados podem ser reconhecidos como unidades evolutivas apresentando fenótipos distintos. Para adequar a taxonomia aos nossos resultados, propomos um novo arranjo taxonômico para Leptodeira, no qual: (1) redefinimos a composição de L. annulata e L. septentrionalis; (2) elevamos cinco subespécies ao nível de espécie; (3) revalidamos uma espécie; (4) reconhecemos quatro complexos de espécies; e (5) indicamos a presença de diversidade oculta (provavelmente quatro espécies ainda não descritas). Finalmente, descrevemos uma nova espécie (Leptodeira tarairiu sp. nov.) das formações abertas da América do Sul (Cerrado e Caatinga) e fornecemos redescrições detalhadas para todas as espécies sul-americanas de Leptodeira.
  • Item type:Item,
    Sexual dimorphism and allometry in malacophagus snakes (Dipsadidae: Dipsadinae)
    (Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022-06-22) Santos, Marina Meireles dos; Klaczko, Julia; Prudente, Ana Lúcia da Costa
    O dimorfismo sexual em serpentes é geralmente descrito em associação com o tamanho do corpo ou da cauda e a contagem de escamas, com relativamente poucos estudos abordando a divergência intrassexual no crânio. Neste estudo, analisamos o dimorfismo sexual no tamanho e na forma do crânio e do corpo em três serpentes dipsadinas malacófagas, *Dipsas mikanii*, *Dipsas neuwiedi* e *Dipsas turgida*, bem como o efeito alométrico nesses componentes. Utilizamos análises lineares e geométricas para avaliar: (1) se há dimorfismo sexual nos componentes cranianos; (2) se há diferenças entre os sexos em relação ao tamanho do corpo e da cauda, e ao número de escamas ventrais e subcaudais; (3) se há covariância entre os componentes cranianos e o tamanho do corpo; (4) se há alterações na forma craniana associadas ao aumento de tamanho; e (5) se há uma relação alométrica entre o tamanho do corpo e o da cauda. Nossos resultados mostraram que todas as três espécies apresentam dimorfismo na forma e tamanho do crânio (exceto D. turgida em relação ao tamanho do crânio), com as fêmeas apresentando crânios mais longos e finos do que os machos. Nas três espécies, o crânio da fêmea apresentou alometria negativa, enquanto o crânio do macho apresentou isometria. A alometria relacionada à forma craniana foi significativa apenas nos machos de *D. turgida*, que apresentaram maior robustez do focinho e tamanho dos olhos associados ao aumento do crânio. As fêmeas de *D. mikanii* e *D. neuwiedi* foram significativamente maiores que os machos. Apenas os machos de *D. neuwiedi* apresentaram alometria positiva para a cauda, enquanto o dimorfismo relacionado à contagem de escamas seguiu o padrão encontrado na maioria das serpentes, com as fêmeas apresentando maior número de escamas ventrais e os machos, de subcaudais (exceto *D. neuwiedi* neste último caso). Com base em nossos resultados, hipotetizamos que os padrões de dimorfismo sexual e alometria craniana em serpentes malacófagas podem ser explicados por aspectos relacionados à dieta e à reprodução. Enquanto isso, os padrões associados ao tamanho corporal refletem vantagens relacionadas à fecundidade, favorecendo maior sucesso reprodutivo das fêmeas.